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15 pensamentos que diferem as pessoas ricas

O leitor do MDJC sabe que nosso foco é outro além de como ter dinheiro.

Mas cá entre nós… da pra viver sem?

Juliana Américo Lourenço da Silva, do site http://www.infomoney.com.br/, postou umas dicas bem interessantes sobre comportamentos eficazes na arte de fazer dinheiro.

E compartilho agora com você!

 

SÃO PAULO – Quem tem muito dinheiro pensa e age de maneira diferente da maioria da população. Ao menos, esta é a opinião do autor do livro “Como pessoas ricas pensam”, Steve Siebold, que relatou ao site Business Insider as diferenças nas atitudes dos ricos.

Veja 15 desses pensamentos:

mulher rica com notas de 100 dólares

1- Egoísmo é uma virtude, sabia?
A maioria das pessoas sente necessidade de salvar o mundo e colocar os outros antes de si mesmo. Já as pessoas ricas acreditam que se não se ajudarem primeiro, não poderão ajudar ninguém.

2- Não fique esperando; agir é a chave do sucesso
Você não vai ver uma pessoa rica na fila para jogar na loteria (mesmo antes de ser rica). Grande parte das pessoas está sempre à espera de alguém para ajudá-los a ficar rico, seja a loteria, o Governo, um amigo ou o cônjuge, mas isso só os mantém pobres. As pessoas ricas agem e gastam tempo resolvendo problemas.

3- Valorize o diferencial
As pessoas acreditam que o caminho para a riqueza é por meio da educação, fazendo mestrado e doutorado. As pessoas ricas são geralmente ricas, porque elas fizeram dinheiro vendendo um conhecimento específico que adquiriram.

4-Sonhe com o futuro
As pessoas ricas gastam muito tempo olhando para o futuro, estabelecendo metas e ansiosas pelo o que vem pela frente. A maioria das pessoas vive no passado e ficam infelizes ou deprimidas.

5- Pense em dinheiro de forma lógica
As pessoas normalmente caiem na armadilha de pensar sobre dinheiro emocionalmente, apenas querendo se aposentar confortavelmente. No entanto, as pessoas ricas mantêm uma relação lógica com o dinheiro, vendo-o como uma ferramenta que representa opções e oportunidades.

6- Siga a sua paixão
Oprah Winfrey disse que você tem que seguir a sua paixão e fazer o que você ama. As pessoas ricas encontram uma maneira de serem pagas para fazer algo que amam. A maioria das pessoas ganha dinheiro fazendo coisas das quais não gostam.

7- Sonhe alto
As pessoas definem expectativas baixas para evitar decepções, já quem é rico cria expectativas enormes e segue seus sonhos.

8- É preciso ser alguém
A maioria das pessoas acredita que você tem de fazer alguma coisa para ser rico e focar em resultados imediatos. Pessoas ricas se concentram em melhorar continuamente a si mesmas e aprendem com sucessos e fracassos.

9- O dinheiro dos outros é bem-vindo
As pessoas acreditam que precisam de seu próprio dinheiro para fazer dinheiro, enquanto as pessoas ricas não vêem nenhum problema em usar o dinheiro de outras pessoas.

10- Viva conforme seus meios
Os ricos adotam a atitude de viver de acordo com seus meios; enquanto parte das pessoas vive acima das suas possibilidades.

11- Ensine seus filhos como serem ricos
A maioria das pessoas ensina a seus filhos como sobreviver, enquanto os ricos ensinam seus filhos desde cedo sobre o mundo dos ricos e pobres.

12- Não deixe o dinheiro te estressar
Os ricos encontram paz de espírito na riqueza e não têm medo de admitir que o dinheiro pode resolver a maioria dos problemas, o que lhes permite ganhar mais dinheiro. Já a maioria das pessoas vê o dinheiro como uma batalha e um mal necessário que eles têm de suportar.

13- Educação ou entretenimento? Eles ficam com o primeiro
As pessoas fazem o oposto, elas lêem romances, tablóides e entretenimento em vez de continuar se educando depois da escola.

14- Os ricos se cercam de pessoas que pensam como eles
As pessoas ricas convivem com pessoas que têm as mesmas ideias  e condenam atitudes de tristeza e melancolia, o que aumenta a fama de esnobes.

15- Concentre-se em ganhar
As pessoas se concentram em poupar e perdem grandes oportunidades tentando viver frugalmente. Já as pessoas ricas constantemente  focam em grandes quadros e em como ganhar grandes quantias.

 

Abraço do DON


Ligue seu sensor anti-manipulação

Buenas cabrón!!

Pode parar de mexer a perna, suar frio e roer as unhas, porque…

O MDJC ESTÁ DE VOLTA!

Estive uns dias ausente pois fui atrás de materiais alucinantes para nossa loja que em breve, muito breve mesmo, será lançada. Você não perde por esperar, pode ter certeza jogador.

Hoje quero dedicar alguns minutos para ligar seu sensor anti-manipulação.

Você já percebeu que é através da visão e da audição que recebemos a maior parte das informações?

O olfato tem seu valor… o tato e o paladar, idem…

Mas uma imagem meu amigo, vale mais do que mil palavras.

Assim como o poder da música encontra-se justamente no alcance das ondas sonoras até nosso interior.

Aquele que busca uma comunicação mais envolvente, treina tanto a oratória quanto sua linguagem corporal, sem esquecer de caprichar na aparência.

É também através desses meios que se consegue manipular o pensamento de indivíduos e até multidões.

Hitler sabia disso, com seus discursos impactantes.

Políticos também.

Emissoras de TV então, vix maria!!

 

O vídeo misturado com áudio pode ser uma ferramenta e tanto para influenciar mentes.

Bom exemplo é uma edição que postaram no Youtube, em Outubro de 2010, durante o segundo turno das eleições para presidência do Brasil, com o título “Dilma 2012 – o fim está próximo“.

A ex-vereadora e coordenadora digital do PSDB, Soninha Francine, junto à sua equipe, publicou na internet um vídeo assustador prevendo como seria o governo da candidata rival de José Serra, a atual presidente Dilma.

Foi uma tentativa forçada de manipulação através do medo, já que Dilma disparava nas pesquisas eleitorais.

Perceba a música… o tom da narrativa… as fortes imagens… e as emoções que eles tentam despertar:

(*o foco do MDJC não é político. Comentários dessa natureza não serão publicados)

Dá até medo né? Mas foi tão forçado que o povo se ligou da apelação.

 

Não julgo errado mexer com as emoções das pessoas, mesmo porque eu gosto de me emocionar de cantinho.

Me pergunte qual tipo considero um bom filme.

Depende da história, roteiro, atuações, trilha sonora, fotografia, e certamente, da qualidade dos sentimentos que produz em mim.

Mas fazer isso na intenção de cegar uma pessoa para tirar proveito, é sacanagem.

 

Lembrei agora do interessante “Mera Coincidência” (Wag the dog – 1997), que trata da manipulação de emoções.

Após o presidente dos EUA envolver-se num escânda-lo sexual, suas chances de re-eleição diminuem drásticamente, até que assessores têm a ideia de inventar um fato que desviasse a atenção dos eleitores. Contratam então um produtor de Hollywood e um dos maiores profissionais de marketing do mercado para inventar uma guerra na Albânia, cheia de patriotismo e efeitos especiais.

Foi o suficiente para os americanos esquecerem a taradisse do presidente e logo mais vê-lo como herói.

Se pararmos para analisar, ocorreu algo semelhante quando o perturbado George Bush mandou  o exército invadir o Iraque, pois pretendia abafar o sentimento de impotência americano após os atentados terroristas de 11 de setembro.

Logicamente não falo de ter sido uma história inventada como a do filme… mas os motivos da invasão? Armas nucleares que ameaçavam o mundo? Tá bom, conta pro boneco.

 

Você pode ver manipulação de diversos lados.

Líderes safados, certas igrejas, alguns vendedores, políticos, estelionatários, etc…

Falo de gente que influencia atitudes alheias visando somente benefício próprio, onde causam prejuízos aos outros sem que os mesmos percebam.

Já fui vítima certas vezes.

Um sujeito me abordou na rua cheio da lábia fazendo propaganda de um cd player para carro. Ele entrou na minha mente e acabei ligando para um amigo oferecendo o produto. Ele veio, o cara nos levou até um lugar para pegar o tal som, e acabou que saiu de fininho por outro canto e nunca mais vimos, nem o aparelho e nem o dinheiro de volta.

Até outro dia, um cidadão veio a mim dizendo que tinha uma proposta incrível, mas que não podia falar o que era… que eu precisava assistir a uma vídeo-conferência… que era algo visual, novo, números expressantes… sucesso na certa!! No final das contas, queriam que eu comprasse uma porrada de produtos e criasse uma equipe de vendedores que também tinham que comprar outra porrada de produtos e assim sucessivamente. Quando falei que não tinha interesse, ainda tentou formas de me convencer. O que valeu a pena foi observar todas as maneiras sofisticadas de indução daquela empresa e o quanto aquilo não me afetava nem um pouco.

 

Manipulador nato foi Alan Harper num episódio de “2 and a half man”.

Pela primeira vez na série ele consegue entrar na mente de seu irmão, a lenda Charlie Harper, influenciando-o a pegar a garota que estava esperando na sala. Charlie não queria pois era filha de uma mulher com quem estava envolvido. E por algum motivo que não me recordo, Alan usa de extrema persuassão pois queria que Charlie se complicasse depois.

Infelizmente, só achei o final da cena. Mas dá pra sentir o gostinho do vigarista:

 

Dicas para ligar o sensor anti-manipulação:

1- quando a esmola é demais, o santo desconfia. Fique ligado quando prometerem muitas vantagens, pois dificilmente nos dão algo sem querer nada em troca.

2- sabe aquele amigo que só fala contigo com algum objetivo? Nunca apenas para perguntar como vão as coisas… é a mistura de manipulador com aproveitador.

3- cuidado com os que ficam de “leva e traz”. Os mesmos que trazem fofoca, também levam. 

4- elogios sem serem explicados podem ser indícios de manipulação.

5- a verdade pode ter mais de um lado. Cuidado ao acreditar 100% numa versão.

O JC procura ter uma veia mais crítica, sem seguir sempre o rebanho. Evita ser um “maria-vai-com-as-outras” ou deixa o olho brilhar por qualquer coisa.

Por outro lado, cuidado ao desconfiar demais para não virar paranoico, ok?!

Abraço do DON


Mais importante que o desejo é o comprometimento com a mudança

*ótimo texto do psiquiatra, escritor e conferencista Roberto Shinyashiki, que condiz com muita coisa falada aqui no blog

 

Complicamos as mudanças, pensando que elas vão acontecer somente porque são desejadas. Isso nem sempre é verdadeiro e raramente dá certo.

Mais importante que o desejo é o comprometimento com a mudança.

 

Outra maneira eficiente de complicar as mudanças é pensar em demasia no que os outros vão sentir ou pensar em razão da sua transformação.

É ingenuidade supor que todo mundo se sentirá bem com a nossa mudança. É lógico que algumas pessoas vão comemorar o nosso bem-estar, mas pode ser que outras se sintam ameaçadas.

Outra modo de complicar a mudança é achar que ela vai acontecer espontânea e instantaneamente. Muitas vezes, para mudar, é importante lutar contra os nossos hábitos. Por exemplo, a mudança de alguém que costuma explodir, briga com todo mundo que ama e, quando se percebe solitário, corre para recuperar as amizades, só vai acontecer depois que aprender a lutar contra seu hábito de “explodir” por qualquer coisa.

Portanto, a disciplina é fundamental para qualquer processo de mudança.

Todos os seres humanos nascem plenos de seus potenciais, como “príncipes felizes”. Depois começam a escutar os nãos (a maioria deles sem motivos reais) e a se rebelar contra a repressão, tornando-se “príncipes infelizes”. Após tanto lutar contra esse sistema, acabam desistindo e tornando-se “sapos cômodos”.

A maior parte das pessoas passa muito tempo da vida como sapo cômodo e, quando descobre isso, quer voltar a ser príncipe feliz. Porém, faz parte do processo voltar a ser príncipe infeliz antes de ser príncipe feliz.

 

Geralmente, um sapo cômodo é uma pessoa que procura manipular os outros para conseguir o que quer e os responsabiliza pelos seus problemas. Sente-se sempre perseguido e, portanto, imagina-se vítima do mundo. É, na verdade, uma marionete e pensa que pode controlar a todos. Obedece a ordens internas ou externas, sem saber quais são suas reais necessidades. Aceita situações que sabe que lhe são tóxicas, porque não tem opção (não sabe respeitar a si e aos outros). Repete dia após dia os mesmos atos do seu roteiro, porque não vê que tem opções para mudar. Vive dentro de um sistema de mesquinhez de carícias. Procura somente carícias condicionais.

 

Um dia, o sapo cômodo percebe que vive eternamente se adaptando e descobre que sua vida não o satisfaz; contudo, raramente sabe como conseguir o novo estilo de vida que quer. Descobre que o presente não o satisfaz, que o passado foi um desperdício de vida, mas não sabe ainda como estruturar-se no aqui-agora. Não consegue mais comer o pão embolorado, mas não sabe ainda como conseguir a fruta saborosa que deseja.

 

Nesse momento vem o vazio existencial, às vezes o desespero, o medo de não conseguir mudar, o medo de tirar as máscaras e encontrar-se consigo mesmo, o medo de perder as pessoas que lhe são caras, o medo de ter de voltar a repetir as condutas de sempre, a sensação de inadequação, de não estar fazendo bem o novo, como fazia o antigo.

Passar pela etapa de príncipe infeliz antes é muito importante no processo de crescimento! Não saber ainda como fazer o desejado, mas estar insatisfeito com a maneira antiga é um ponto crucial do processo.

É importante sentir que as carícias podem ser trocadas. Há um mundo infinito de possibilidades para realizar-se, até que a pessoa consiga ser um príncipe feliz e dê e receba as carícias que deseja, tenha as pessoas à sua volta como quer, estruture sua vida para realizar-se, se torne espontânea, feliz, satisfeita.

 

É importante ter a consciência de que você vai passar pela fase anterior, senão pode ter surpresas: na fase de príncipe infeliz, não vai receber a quantidade de carícias que recebia quando era sapo cômodo.

Certo, não eram as carícias que queria receber, mas sejam quais forem, as carícias sempre alimentam.

É fundamental predispor-se a não continuar usando os disfarces antigos, as mesmas manipulações de sempre, os mesmos jogos. Saia para um contato autêntico e espontâneo com as pessoas para viver plenamente e com autonomia sua própria vida.

 

Abraço do DON


Mecanismos de defesa do ego

Depois que apresentei a primeira parte do seminário Jogador Caro aqui no blog, chegaram várias dúvidas por email relativas ao assunto EGO.

Um ego forte/saudável deveria ser a busca de todo JC.

Principalmente porque um ego frágil/ou arrogante produz diversos tipos de comportamentos que prejudicam sua vida.

Sigmund Freud, o fundador da psicanálise, estudou bem esse assunto.

Compartilho com você alguns dos principais meios de defesa que ele decifrou partirem do ego.

 

1- Negação

Quando uma repórter perguntou a Charlie Sheen sobre ter se arrependido das ofensas públicas que fez ao elenco de seu antigo seriado, 2 and a half man, ele respondeu: “Eu havia perdido meu emprego, meus amigos, minha saúde, a confiança de minha família. Como alguém assim poderia estar ‘ganhando’ (jargão que utilizava muito na época). Com certeza eu estava num processo de negação“.

Essa é uma forma clássica de não assumir responsabilidade por nossos atos.

Até faço isso de brincadeira quando alguém diz que falei tal besteira um dia, costumo responder com um leve sorriso “eu não falei isso”.

Por vezes fazemos isso inconscientemente. Nos lembramos dos fatos de forma diferente com que aconteceram ou faltou um olhar mais lúcido naquele momento que mostrasse a realidade.

 

2- Minimização

Muito usado nos momentos de persuassão.

“Ah vamos lá, só um pouquinho…”.

“Eu não deveria beber hoje… mas só uma geladinha né?”.

“Poxa, um cigarrinho não faz mal!”.

Tantos faz se é outra pessoa ou a si mesmo que se está enganando.

Você nunca vai ouvir de um vendedor o valor de “Vintão”, e sim, “po, vintinho, só pra você“.

Existe uma gíria que é usada por todo Jogador Caro aqui de Floripa, que é “de-cantinho”.

“Tocou pra balada hoje? De boa, de cantinho”? Essa aí ta liberada galera.

 

3- Racionalização

Não sou de ver novela e também nada contra quem gosta.

Mas sabendo do tal garanhão “Cadinho”, acabei deixando numa cena para ver qual era a dele.

Ao ser interrogado por diferentes mulheres em diferentes situações, o cara mandava sempre o mesmo papo. Algo do tipo “Eu queria ficar apenas com você… mas você exagerava nos ciúmes, via coisa onde não tinha, e isso me sufocou“.

Ele pratica a arte de racionalizar.

Arruma argumentos lógicos para disfarçar os verdadeiros motivos de uma atitude.

 

4- Projeção

Essa vem lá do ego mesmo.

Assistindo ao programa A Fazenda com minha coroa outro dia, vi duas fofoqueiras chamando outras garotas da casa de fofoqueiras. Foi engraçado.

E elas estavam justamente projetando seus próprios defeitos.

Por isso que falo sobre a importância de notar e valorizar as qualidades alheias. Porque alguém que fica o tempo todo criticando e vendo o lado negativo de tudo, não percebe que ela mesma pode estar fazendo parte do problema.

 

5- Hostilidade

Em casos como o da foto, é uma hostilidade até aceitável, frente a todas as besteiras que Bush fazia.

Mas sabe quando você puxa assunto com um grupo na balada, tem uma garota bem linda junto e os caras não dão abertura? Essa é a hostilidade em forma de defesa do ego, ou melhor, da pretendida.

O egozinho dos sujeitos palpita em suas mentes “Perigo! Perigo! Jogador Caro se aproximando! Posso perder minhas chances com ela!”

É daí que se diz que a melhor defesa é o ataque.

 

Ainda existem vários outros mecanismos de defesa do ego, conscientes e inconscientes, e nos mais diversos graus. Cabe a nós percebermos.

Valeu jogador, agora tenho lugares para ir e pessoas para ver. Boa sexta!

 

Abraço do DON

 

 

 


Cenas do seminário ‘Jogador Caro’

Há alguns meses atrás tive o prazer de gravar meu primeiro seminário para a área vip do fórum Puabase.

E como gosto muito do leitor do MDJC, vou apresentar os primeiros 30 minutos, agora mesmo!

Alguns tópicos deste vídeo:

-O surgimento do termo Jogador Caro em relação ao jogo 

-Paixonite

-Ego e seus níveis de consciência

Já na outra parte que só pode ser assistida pelos membros cadastrados do PB, está mais 1 hora sobre:

-Ousadia

-Projeção

-Dicas para jogo na balada

Quem quiser ter acesso a todo esse conteúdo, basta mandar um e-mail para omanualdojogadorcaro@gmail.com que mostro como se cadastrar lá no fórum.

 

Para assistir é só clicar no link abaixo. Bom proveito!

(essa foi minha primeira palestra então tem que dar um desconto beleza?!)

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Meditação (parte 2)

Como é que é meus amigos e minhas amigas!

Para quem não viu na nossa fanpage, hoje é um dia especial, pois o MDJC acaba de ultrapassar a marca de 100 MIL VISITAS!!!

Estou empolgado pelo fato de termos ido tão longe em apenas alguns meses.

A você, meus sinceros agradecimentos! Prometo em breve trazer novidades que vão agradar todos os jogadores caros desse seleto time.

 

Pois bem…

Depois de conversarmos sobre os benefícios da meditação, é hora de mostrar como se faz essa brincadeira.

Mas não se deixe enganar quando me ve chamando de brincadeira, pois apesar de ser uma atividade de simples técnicas, contém um dos maiores poderes que o ser humano pode alcançar- o de controlar a própria mente.

 

 

 

Antes de mais nada, ressalto que não sou nenhum perito.

Tive a sorte de pegar algumas dicas com um professor de Yoga e também estudei sobre o assunto, fatos esses que me auxiliaram na prática.

 

Você pode meditar em diversos lugares e nas mais variadas formas.

O principal objetivo é silenciar a mente. Aqueles pensamentos aleatórios que embaralham tudo.

Começaremos pela maneira mais tradicional:

 

1- Procure por um lugar onde ninguém, absolutamente ninguém poderá lhe interromper.

2- Sente-se. Pode ser por cima duma almofada ou colchão. Eu prefiro me encostar em algum lugar, mas o ideal é ficar apenas sentado com a coluna reta.

3- A posição mais usada é com as pernas cruzadas, tipo índio, e as palmas das mãos viradas para cima, uma sob a outra, no colo, ou sob cada joelho. No início pode doer um pouco. Portanto, aconselho a colocar um travesseiro/almofada por baixo das pernas, ou até mesmo esticá-las, se bem que num conceito de energias e tudo mais, diz a lenda que seu campo fica bem mais forte ao deixá-las cruzadas.

4- Respire. Comece com profundidade, e com o tempo, deixe ao natural.

5- Do nada você pensará na morte da cabrita, no jogo de futebol, no jantar, mas pare tudo! Concentre-se na respiração. A regra é: pensamentos ZERO.

6- Sinta. Sinta a superfície em que está sentado… suas pernas… sua roupa… sua boca… cabeça… pescoço… barriga… peito… braços… mãos… respire.

7- Ouça. Ouça o barulho da chuva… dos carros passando… do mar… e caso esteja num lugar onde o silêncio impera, ouça sua respiração.

 

Pronto!

O desafio é ficar assim o tempo que julgar necessário ( e não se preocupe com o tempo, apenas pare quando quiser parar), sem pensar em nada, apenas respirando, sentindo e ouvindo.

Nas primeiras vezes aposto que você meditará por poucos minutos. Seus pensamentos virão encher o saco.

E quanto mais dias, semanas, meses e anos praticar a meditação, mais irá ficar nesse estado de puro silêncio e verá as consequências positivas em sua vida.

Se passa a ficar mais presente no momento. A ouvir mais as pessoas. A sentir a energia delas e dos lugares em que vai.

Se passa a ser mais confiante. A não precisar provar nada para ninguém. A valorizar tudo e todos, entendendo o estado limitante que muitos vivem (necessitando de atenção, sendo negativas, arrogantes, etc…)

Seu ego dará espaço para sua vibe (para não dizer ‘espírito’).

Os momentos negativos farão visita e irão embora muito mais rápido. É tipo “ãn, o que, problema? Solução! Não tem solução? É… fazer o quê?”

A paz interior será algo que você vai possuir e perceberá que não é uma fantasia, tampouco um dom dos mestres budistas.

 

Já pensou você se sentindo assim, numa sombra em pleno verão do paraíso, mas em qualquer lugar?

No ônibus… na fila do banco…  no meio da balada… ao receber uma ofensa?

Tem noção da maravilha disso???

Eu tenho.

Apesar de poder melhorar muito mais, hoje tenho um equilíbrio com meu corpo e mente que jamais imaginei alcançar.

Isso porque ainda pratico a outra forma de meditar, que é a CONTEMPLAÇÃO.

Mas é assunto para outro post!

 

…………………………………..

História!!

Hoje estou de bom-humor e vou passar essa rápida técnica para você meu querido jogador caro.

Por exemplo, o segundo lugar que mais gosto de meditar é surfando.

Enquanto espero pela onda, caso não esteja conversando com algum camarada, fico ali… sentado na minha prancha… observando o horizonte… respirando… vendo a linha infinita do mar e a grandiosidade dele… as gaivotas sobrevoando minha cabeça… os pinguins nadando… ouvindo o barulho das ondas… observando os costões, com sua vegetação linda e suas pedras… olho para o céu e noto as nuvens com seus mais loucos formatos e cores… sem pensamentos, sem julgamentos, sem rotulações… apenas contemplando tudo isso.

 

Agora você pode pensar, “qual é Don, eu não surfo, estou sempre indo estudar/trabalhar, o que eu contemplo?“.

As pessoas.

Nesse caso até terá um pouco de julgamento de sua parte, admito.

Mas olhe para elas… perceba a expressão facial e corporal de cada uma… quem está tranquilo, quem está triste… quais conversas estão mais interessantes…

Veja os carros passando, seus modelos e cores…

Contemplar pessoas também é um costume de todo JC que se preze.

Dessa forma, você irá estudar e entender mais o comportamento humano, além de ser uma espécie de meditação também.

Pense que pode meditar também na academia, dirigindo, praticamente qualquer lugar.

Sabe qual grande vantagem disso tudo? Você fica mais atraente.

 

E era isso my brother!

Torço para que esse artigo tenha lhe incentivado a meditar, porque certamente será algo essencial na sua evolução.

 

Abraço do DON

 

 

 

 

 

 


Meditação e seus benefícios (parte 1)

Ohmmmmmmm…………..

Ohmmmmmmm…………

Ohmmmmmmm………..

Bora meditar rapaziada?

Os tempos modernos são interessantes.

Na mesma medida com que a informação atingiu a velocidade da luz através da tecnologia (internet, smartphones, tablets), nossa vida ficou mais corrida.

Criamos hábitos esquisitos, tipo fazer várias coisas simultaneamente.

Dessa forma, a impaciência pode ser um mal que nos aflinge.

*confira- https://omanualdojogadorcaro.wordpress.com/2012/04/02/spa-a-sindrome-do-homem-moderno/

 

Mas existe uma atividade para driblar toda essa aceleração mental: a meditação.

Costume maior no Oriente, a meditação é algo milenar. As pessoas praticam tanto para sua evolução espiritual quanto seu desenvolvimento pessoal, já que se atinge cada vez mais a paz interior e habilidades sociais.

Meu primeiro contato com isso foi através de um mestre yoga que conheci ao viajar à América Central há 3 anos atrás.

Ele me falou sobre  os benefícios de meditar e depois ensinou como se faz. E posso dizer que foi um passo gigantesco na minha evolução.

Levando em consideração vários pedidos que o Manual do Jogador Caro recebeu para falar sobre o tema, compartilho agora as vantagens e a técnica da meditação: (lembrando que não sou especialista)

 

1- Paz

Você tem mais tranquilidade, já que é um treinamento voltado à calmaria e à contemplação.

É como se seus pensamentos tivessem que passar por uma aprovação antes de realmente tornarem-se atitudes.

Sabe aquele lance de agir sem pensar? Pois é… uma pessoa que medita tem mais controle sob seus impulsos.

 

2- Foco

Quando não temos controle sobre os pensamentos, ficamos sempre remoendo o passado em nossa mente ou preocupando-se mais do que devemos com o futuro.

Não prestamos atenção 100% em quem conversamos, nem mesmo na atividade que exercemos no momento.

Um turbilhão de dúvidas invade nossa psique.

A partir do momento em que se medita cada vez mais, fica fácil manter o foco e a concentração em algo ou alguém.

 

3- Auto-estima

Cada vez que medito, parece que ligo meu recarregador na tomada.

Fico mais disposto, mais sereno, mais entusiasmado.

É como se aumentasse a conexão com o próprio ser.

Não se fica ansioso para que gostem de você ou lhe aprovem num lugar. Simplesmente você está numa boa, numa nice.

Suas conversas ficam mais espontâneas. A criatividade aflora e sua energia é sentida positivamente pelos outros.

 

4- Sonífero

Enquanto a maioria medita no início do dia, tenho o costume inverso.

Sabe quando você até tem um pouco de sono mas custa a adormecer?

Reflexão dali, ideia daqui, e nada.

Nessa hora é que eu pratico a meditação. É tiro e queda. Logo em seguida já apaguei.

 

5- Sentidos aguçados

Se há paz na vida de quem medita, essa pessoa fala com calma e concentração;

O fato de estar mais presente no momento faz com que se escute atentamente aos sons ambientes;

Igualmente com a visão, quando notamos melhor os objetos, cores, formas e situações. Detalhes são percebidos com facilidade, fato que estimula (e muito) sua criatividade;

O tato é feito com atenção e vale lembrar que as mãos são ótimos condutores de energia;

O olfato, para falar a verdade, não vejo diferença não;

E para quem pensou que tinha acabado, saiba que seu 6º sentido fortalece, a intuição. Tipo sentir o que a outra pessoa está sentido (positividade, negatividade, atração) ou prever rapidamente os resultados de uma ação.

 

6- Apatia à drogas

A maioria dos usuários encontra na droga uma forma de relaxar, ter sensações positivas ou ser acolhido por um grupo.

Isso não teria mal algum se não fosse pelo prejuízo que o corpo carrega depois (fora aqueles perante à sociedade).

Aí entra a meditação como uma droguinha natural.

Pois, você já se sente relaxado em boa parte do tempo, ainda mais se – como complemento -pratica algum esporte, puxa ferro, tem um hobbie, faz sexo, etc…

Não precisa da aprovação de um grupo ou precisa se drogar para acabar com alguma ansiedade social. A energia constantemente carregada é atraente sem esforço. As pessoas sentem isso ao estar perto ou trocando algumas palavras contigo. E se sua energia é positiva, o bom-humor faz parte da sua vida. Quem não quer interagir com alguém assim?

Como um bônus, depois de praticar a meditação, beber não será mais requisito para puxar assunto com aquela gata que prendeu sua atenção. A confiança faz parte do seu dia-a-dia.

 

Esses são alguns proveitos de se brincar de monge budista.

No próximo artigo darei o passo a passo para os dois tipos de meditação que pratico. Fique ligado!

 

Abraço do DON

*qualquer dúvida ou comentário é só dizer jogador!


Para o rei, tudo, menos a honra [vídeo]

Bom início de semana rapaziada!

Uma das grandes dificuldades que temos é saber como lidar com figuras de autoridade.

Poucos são os que conseguem ser assertivos com esse tipo, pois o poder normalmente intimida.

Claro! Você não quer perder seu emprego falando umas verdades para o chefe, certo?

Ou criar um clima ruim em casa respondendo para os seus pais.

Quem sabe ser preso ao xingar o policial que mais parece um justiceiro folgado?

A lista é infinita e não, você não quer se dar mal.

Mas e se eu lhe contar que de acordo com o Manual do JC, ficar sempre quieto pode levar ao mesmo fim?

O difícil é saber QUANDO falar.

 

Lembro quando fui parado pela polícia federal por ultrapassar na faixa contínua. Expliquei que quando eu iniciei a ultrapassagem a faixa era pontilhada, ou seja, permitido. Mas como eram 2 caminhões e os mesmos ficaram a acelerar, até eu completar a manobra, virou uma faixa só. Falei que foi um acaso, esperando pelo bom-senso do fardado.

Aquele bom homem fez cara feia ao dizer que me multaria por excesso de velocidade e pela ultrapassagem.

Para completar, perguntou se eu tinha droga no carro (provavelmente pelas pranchas de surf dentro).

Aí foi demais pra mim.

Cheguei perto e olhei bem nos seus olhos:

“Como é que é? Droga? Só porque eu pego onda agora eu uso droga?”

Minha indignação deixou o oficial sem jeito.

“Faz o seguinte, revista meu carro inteiro. Pode revirar tudo. Não acredito nisso que eu to vendo, preconceito…”

Ele ficou tão surpreso com a convicção daquelas palavras que chamou seus amiguinhos e deu o fora.

É uma missão difícil a de saber qual a hora certa de falar o que se pensa, reivindicando assim o seu direito.

 

Aqui vai outro exemplo que pode parecer até sem importância mas que na época significou algo para mim:

O treinador do time em que eu jogava na escola volta e meia armava um jogo dos titulares contra os reservas.

Fazia parte do treinamento.

O que eu não cutia era o fato dele apitar o treino mudo e sair calado.

Mais tarde, falava dos pontos que não gostou, puxava a orelha de fulano, beltrano, etc…

Até o dia em que cheguei  particularmente e disse:

“Professor, com todo o respeito… mas por quê você não fala essas coisas durante o jogo? Isso vai nos motivar bem mais e os acertos acontecerão na mesma hora. É bem melhor do que chamar nossa atenção pra gente melhorar apenas na outra semana”.

Foi o suficiente para ele mudar aquela postura e os treinos ficaram muito mais dinâmicos depois que acatou minha sugestão.

 

Existem ainda momentos em que realmente devemos nos impor frente à injustiças que sofremos pelo nosso caminho, independente se o cara é o Papa, Barack Obama ou o capitão Nascimento.

Aqui vai a cena memorável de um filme que indiquei outro dia, “Perfume de Mulher“, onde o personagem de Al Pacino discursa sobre valores, afim de defender a honra de seu amigo. É meio longa a cena mas vale MUITO à pena assistir:

(Apenas resumindo, o garoto presenciou uma pegadinha que alguns alunos fizeram com o diretor da escola. Por esse motivo [e por ser o mais pobre deles], o mesmo sofre diversas chantagens para dedurar quem fez. E quando não os entrega, o diretor tenta usá-lo como bode expiatório para levar toda a culpa e servir de exemplo aos outros)

Espetacular, não?!

Claro que é um exemplo bem diferente dos outros acima.

Apenas serve para você perceber a importância de se saber argumentar.

Às vezes, com mais emoção.

Outras, reservadamente.

Uma coisa é certa, estabelecer limites e agir com convicção aos seus princípios fará com que as pessoas o respeitem muito mais, mudando a realidade de diversas situações do seu cotidiano.

 

Abraço do DON


Trabalho X Talento (artigo do blog caos cubano)

Seguindo à tradição, o MDJC compartilha mais um texto de qualidade encontrado pelas ruelas da internet.

Quem colabora dessa vez é o camarada Don Ribeiro, formado Jogador Caro no nosso curso, que está difundindo mais sobre esse estilo de vida em seu blog, http://donribeiro.wordpress.com/.

Quanto ao conteúdo do artigo, gostaria de deixar minha opinião resumidamente:

Talvez nós confundimos talento supostamente nato com gosto. As pessoas têm gostos diferentes, coisas que mais despertam seu interesse. Então, a partir do momento em que elas se dedicam àquilo, ganham destaque.

 

Confere a ideia abaixo e se possível deixa seu comentário!

 

Trabalho X Taleno

Hoje vou falar sobre um assunto que incomoda e que tem deixado as pessoas na zona de conforto a muitos anos: Trabalho contra talento, ou seja, esforço contra o dom. Vejo muita gente desmerecendo o esforço de grandes atletas, músicos ou mesmo profissionais de áreas mais comuns, com a desculpa de que eles nasceram com o talento para tal profissão. Mas esquecem o quanto essas personalidades treinaram suas profissões e o tempo dedicado para alcançar a excelência em sua especialidade.

ImagemPara exemplificar o quanto essas pessoas se dedicaram e trabalharam, pode ser visto o exemplo do Beethoven. Uma pessoa que muitos diziam que tinha um talento enorme, mas sua principal ideia sobre como ser um bom músico era a seguinte: “90% da música é transpiração, 10% inspiração”. Isso mostra bem claramente que a ideia de que artistas têm um dom divino, que nasceram com o gene da sua arte ou algo do gênero, é apenas uma pretexto para as pessoas justificarem a falta de esforço para alcançar o sucesso.

Realmente existe o talento? Realmente algumas pessoas têm mais facilidade para alcançar a excelência?

Não acredito nisso e é fácil explicar minha visão. Você já viu alguém de sucesso que tenha chegado a esse patamar sem treino? Não falo de treino formal, estou falando de qualquer tipo de treino. Ray Charles, Michael Jordan, Ray Lewis, Mike Tyson, Tupac Shakur, Michael Schumacher e vários outros. Todos eles treinaram (da sua forma) para chegar ao sucesso, mesmo aquele jogador de futebol que passou a infância inteira sem frequentar uma escolinha de futebol, ele treinava muito. Só você pensar em quantas horas ele jogava bola na rua. Enquanto todos os outros jogavam uma vez ou duas, ele jogava o dia todo e esse era seu método de treino.

ImagemOscar, maior jogador de basquete da história do basquete brasileiro, batia 1000 arremessos por dia. Que talento é esse? Qual facilidade tem nisso? Se os outros não tem força de vontade o suficiente para treinar nesse ritmo, é óbvio que não vão alcançar tal nível de sucesso. Essa é a grande realidade, o tal talento é esse? O talento sempre aparece para quem treina mais, mesmo com aqueles que tem várias vantagens físicas (altura, ombros largos), os que vão se destacar são os que treinam.

Porque as pessoas não tentam repetir a conduta dos outros que tem sucesso?

Porque é muito mais fácil e confortável dizer que a culpa é do “dom divino” da pessoa, do que admitir que você não se esforçou o suficiente para estar no mesmo nível. Mas Deus realmente perde seu tempo dando o talento de jogar futebol para alguém? Realmente é relevante para ele que tenham jogadores de basquete que nasceram com o talento?

Eu não acredito nisso e estou escrevendo sobre o assunto porque isso realmente é algo que me deixa preocupado. Quando tiver meu filho não quero vê-lo chorando, culpando a sociedade por ele não alcançar o sucesso no que ele quer. Espero que eu consiga ir contra a maré e mostrar para ele que com a confiança e o trabalho ele pode ir ao infinito e não ser limitado pela sociedade como eu fui por boa parte da minha vida.

Esse é o principal ponto: Não se limitem a ver talento, olhe e se apaixone pelo esforço porque é ele que faz a vida de muitos serem tão gratificantes.

Chill Out, Boricuas!


Dica de filme: Perfume de mulher

Um dos maiores clássicos do cinema.

Nosso talentoso ator Al Pacino interpreta o papel de Frank, um tenente-coronel que perdeu a visão nos tempos de guerra e passou a viver amargurado, apenas no embalo do álcool.

Até o dia em que sua filha contrata um estudante para cuidar dele durante o final de semana.

À partir daí começa a ficar nítido o seu poder de liderança, quando usa de persuassão para que o garoto o leve até Nova York.

 

Os motivos da tal viagem você terá que descobrir assistindo.

 

Apesar do estilo agressivo de Frank, gosto muito de ver a forma que ele entra na mente do rapaz.

Extremamente confiante. E apesar de cego, consegue enxergar sempre as situações de forma mais ampla, lembrando até 2 artigos do MDJC:

https://omanualdojogadorcaro.wordpress.com/2011/11/03/o-poder-da-observacao/

https://omanualdojogadorcaro.wordpress.com/2012/06/19/daltonismo-vendo-as-coisas-de-uma-forma-diferente/

 

Como isca para que veja o filme, deixo aqui um pouco do jogo de Frank:

Entendeu do quê estou falando Jogador Caro????

Espera para ver o final então. Rola uma das cenas mais fantásticas que já assisti até hoje.

 

Abraço do DON